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Antes da Garoa,
o Luar.

Integrantes, Honrarias e principalmente
a mais pura história dos Demônios da Garoa.

quando a gente olha para uma história de mais de oito décadas, é fácil pensar que tudo começou com os grandes palcos, os discos e as músicas que o Brasil inteiro aprendeu a cantar.

Mas a nossa história nasceu de um jeito bem mais simples.

Aqui era 1943, 44 por aí, em São Paulo. Arnaldo Rosa conduzia o vocal e o ritmo; os irmãos Antônio e Benedito Espanha faziam a marcação com tantã e afoxé; Waldemar Pezuol tocava violão; Zezinho assumia o violão tenor; e Bruno Michelucci completava o conjunto no pandeiro.

E quando a gente diz “rapazes”, eram rapazes mesmo. Era uma turma muito jovem, começando praticamente do zero, ensaiando, tocando e descobrindo juntos o que aquele grupo poderia ser. Naquele momento não existia fama, grandes discos ou qualquer ideia de que aquelas reuniões entre amigos seriam o começo de uma história que atravessaria gerações.

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É,

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E, entre todos aqueles meninos, estava este gênio aqui da foto: Arnaldo Rosa. Nascido em 23 de fevereiro de 1928, ele tinha apenas 14 ou 15 anos quando tudo começou, mas carregaria os Demônios da Garoa por toda a vida.

Arnaldo esteve presente desde o tempo em que o caminho ainda era de barro, quando não havia fama, grandes palcos ou qualquer garantia de que aquela história daria certo. Foi fundador, voz, ritmo, liderança e memória viva do grupo, trabalhando até seus últimos momentos e defendendo, desde o primeiro dia, a verdadeira bandeira do samba de São Paulo.

Mais do que participar da história dos Demônios, Arnaldo ajudou a construí-la com as próprias mãos e dedicou uma vida inteira para que ela nunca deixasse de existir

Adoniran Barbosa

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Depois daquele primeiro encontro, Adoniran trouxe para a gente “Malvina”. Gravamos a música e ela acabou premiada no Carnaval de São Paulo. Logo depois veio “Joga a Chave”, também premiada. Daí para frente, a coisa ficou séria: praticamente tudo o que Adoniran fazia acabava chegando aos Demônios.

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Mas existe um pedaço dessa parceria que pouca gente conhece. As músicas ganhavam, nas mãos dos Demônios, um jeito muito próprio de existir: os arranjos vocais, as introduções, as onomatopeias, as brincadeiras e até aquele jeito tão característico de falar foram se tornando a assinatura do grupo. O próprio jeito de falar e as onomatopeias foram introduzidos pelos Demônios nas músicas de Adoniran.

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Talvez seja justamente por isso que essa parceria tenha dado tão certo: Adoniran trazia a história, e os Demônios ajudavam a dar a ela a cara que o Brasil aprendeu a reconhecer.

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1955

O ANO DE OURO!.png

1955 foi o ano em que tudo mudou para a gente. Os Demônios já eram conhecidos, principalmente em São Paulo, mas foi o rádio que levou nossas vozes para o Brasil inteiro. De repente, o que a gente fazia aqui começou a tocar em emissoras de norte a sul do país.

“Saudosa Maloca” e “Samba do Arnesto” viraram uma febre.

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1 TOUR
INTERNACIONAL

No começo dos anos 60, os Demônios seguiram para uma temporada pela Argentina e pelo Uruguai. Foi nessa fase, em terras argentinas, que gravamos Mas Demônios Que Nunca, um disco riquíssimo musicalmente, com faixas como “O Pato” e “Bom Dia Café”, já conversando com aquela nova música brasileira que começava a nascer. Não por acaso, naquela mesma turnê, Arnaldo Rosa e Toninho chegaram a dividir quarto com João Gilberto.

Bom dia, CaféDemônios da Garoa
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O PatoDemônios da Garoa
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A turnê teve mais de 40 apresentações e deveria durar dois meses. Só teve um pequeno problema: o empresário fugiu com o dinheiro! Os dois meses viraram três e foi preciso fazer mais shows para juntar o suficiente e voltar ao Brasil.
 

No Uruguai, “Iracema” ganhou uma força enorme. Quando voltamos ao país, em 1980, descobrimos uma coisa que nos marcou: muitas mulheres haviam recebido o nome Iracema por causa da música.

No fim, a viagem deixou muito mais do que histórias: deixou um disco, um público apaixonado e uma ligação com aqueles países que atravessou décadas.

ERNESTO
PAULELLI

A mancada que nunca existiu.

Durante meses, as duas músicas ocupavam os primeiros lugares das rádios, com Saudosa Maloca lá em cima e Samba do Arnesto logo atrás. Para se ter uma ideia do tamanho disso, eram duas músicas do mesmo grupo disputando entre si a preferência do público durante boa parte daquele ano.

Foi aí que os Demônios deixaram de ser apenas aquele conjunto conhecido dos programas de rádio de São Paulo e passaram a ser Demônios da Garoa para o Brasil inteiro. Se antes a história já estava acontecendo, em 1955 ela ganhou outra dimensão. Foi o nosso ano de ouro.

E o Luar virou Garoa.

Até ali, a gente ainda era o Grupo do Luar. Éramos só alguns rapazes, com os instrumentos na mão, muita vontade de cantar e sem imaginar direito onde aquilo tudo ia dar.
 

Foi na Rádio Bandeirantes, no programa A Hora da Bomba, apresentado por Vicente Leporace, que a história começou a ganhar outra cara. Ele costumava chamar aquela turma de “esses endiabrados” — e, pensando bem, combinava bastante com a gente.
 

Faltava só um nome. A ideia foi pedir sugestões aos ouvintes do programa e, entre tantas, apareceu uma que parecia juntar tudo de uma vez: o jeito irreverente do grupo e a cidade onde tudo estava acontecendo.

Demônios da Garoa.
 

“Demônios” pelos tais endiabrados que o Leporace anunciava. “Da Garoa” porque São Paulo, como sempre, praticamente carregava isso na própria identidade.

E foi assim que o Grupo do Luar ficou para trás e nasceu o Demônios da Garoa. A formação ainda mudaria bastante nos anos seguintes, mas aquele nome nunca mais iria embora.

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Foi no cinema que os caminhos dos Demônios da Garoa e de Adoniran Barbosa se cruzaram pela primeira vez. Durante O Cangaceiro, os Demônios participaram da trilha com Mulher Rendeira, enquanto Adoniran também fazia parte do filme. Naquele momento era só um encontro de trabalho, mas dali começaria uma das parcerias mais felizes da música brasileira.
 

E já que chegamos nele, vale esclarecer uma coisa que muita gente acredita até hoje: Adoniran Barbosa nunca foi integrante dos Demônios da Garoa. Os nomes ficaram tão ligados ao longo dos anos que é fácil entender a confusão, mas Adoniran era o compositor — e nós, os intérpretes.

Ele escrevia São Paulo de um jeito que ninguém mais escrevia, e os Demônios encontraram uma maneira muito própria de transformar aquelas histórias em música. No fim, foi um casamento muito feliz entre compositor e intérpretes — e esse casamento ainda renderia muita história.

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Ouça a versão original gravada pelo Demônios no filme: O Cangaceiro de Lima Barreto

Mulher RendeiraDemônios da Gar
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TREM 
DAS ONZE

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Em 1964, chegava o disco que mudaria a nossa vida para sempre: Trem das Onze.

E não era apenas uma música de sucesso. O álbum inteiro carregava a essência dos Demônios, reunindo canções que já faziam parte da nossa história e outras que ainda iriam atravessar gerações.
 

Mas Trem das Onze foi diferente. Tinha alguma coisa ali que ninguém conseguia explicar. As vozes, o arranjo, as brincadeiras, o Pascalingundum... tudo se encaixou. E aquela história simples, do último trem, do Jaçanã e da mãe esperando em casa, acabou virando a cara de São Paulo e do samba paulista.
 

O disco chegou ao Top 5 dos vinis mais vendidos do Brasil na época e conquistou Disco de Platina. Mas, para a gente, a maior conquista foi outra: ver uma música que nasceu tão perto de nós passar a fazer parte da vida de tanta gente.

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Foi a música e o álbum que mudou

a nossa vida.

E aquele trem que saiu em 1964...

nunca mais parou.

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Disco de Platina

1 Milhão de Discos vendidos

Disco de Ouro

500 mil de Discos vendidos

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50 ANOS!

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Em 1994, chegamos aos 50 anos de carreira em plena atividade e vivendo mais um daqueles momentos especiais da nossa história. O disco comemorativo trouxe “Seu Querer”, que virou um grande sucesso nas rádios e ajudou a aproximar ainda mais os Demônios de uma nova geração. E o álbum ainda veio acompanhado de Disco de Ouro.

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1994 ainda guardava uma conquista daquelas que a gente nunca esquece: entramos para o Guinness Book como o grupo mais antigo da América Latina em atividade. Meio século depois daqueles primeiros rapazes, a gente continuava fazendo aquilo que sempre fez: cantando, viajando e levando samba para todo canto.

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Em 1998, aconteceu uma daquelas coisas que a gente nunca esquece. A Rosas de Ouro levou para a avenida um samba-enredo em homenagem aos Demônios da Garoa, transformando a nossa história em Carnaval.

De repente, tudo aquilo que a gente viveu durante décadas estava ali: nossas músicas, São Paulo, o samba, os personagens, a maloca, o trem... tudo ganhando forma em fantasias, alegorias, bateria e milhares de vozes cantando juntas.

Para quem passou a vida cantando essa cidade, foi emocionante ver a avenida inteira devolvendo esse carinho.

Naquela noite, a gente não cantou São Paulo. Foi São Paulo que cantou a gente.

ROSAS

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SOCIEDADE

DE OURO

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Em 2005, gravamos o nosso primeiro DVD ao vivo, um projeto muito especial que reuniu os Demônios com convidados como Fundo de Quintal, Jeito Moleque e Rosas de Ouro. Foi uma grande celebração da nossa história, mas também um trabalho muito conectado com o samba daquele momento  e que ainda seria indicado ao Grammy Latino.

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Ricardinho Rosa e Dedé Paraizo participaram do DVD ainda como músicos da banda de apoio. Ricardinho, filho do Sérgio e neto do Arnaldo, também cantou “Meu Amor”, música que seu avô havia gravado no álbum Demônios da Garoa Hoje.

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Pouco tempo depois, os dois sairiam da banda para assumir a linha de frente do grupo.

Sem perceber, naquele DVD uma nova fase da nossa história já estava começando.

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Em 2012, veio o nosso segundo DVD, Vem Cantar Comigo, mais uma grande celebração da história dos Demônios da Garoa. Dessa vez, dividimos o palco com amigos e artistas de diferentes gerações, como Péricles, Dudu Nobre e Wando, mostrando como o nosso samba sempre conseguiu conversar com públicos e épocas diferentes.

Foi um daqueles encontros gostosos, cheio de música, histórias e participações especiais, misturando o jeito tradicional dos Demônios com novos sons e novas vozes.

Depois de tantos anos de estrada, a ideia continuava a mesma: juntar gente boa no palco e fazer samba.

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VOCAL

Bom, quem está escrevendo esse pedacinho aqui sou eu, Ricardinho. E já que a gente falou tanto das nossas músicas, deixa eu contar uma coisa que muita gente pergunta: como funciona o vocal dos Demônios?

Hoje, eu e o Sérginho meu pai normalmente conduzimos a tônica e ele, quando precisa, desce para a voz baixa. O Dedé Paraizo faz a terça, o Everson tem uma voz intermediária muito particular ensinada pelo Canhotinho, que vai passeando e costurando tudo, e o Anderson Cardoso, nosso integrante mais novo, assumiu a quinta, resgatando também aquela quinta alta que durante tantos anos foi a marca do Toninho.
 

Separadas, são cinco vozes.
Quando encaixa tudo...

aí começa a soar Demônios da Garoa.
 

E já que começamos a falar de quem está por trás dessas vozes, acho que chegou a hora de apresentar um pouquinho melhor os integrantes dessa história.

Todos Cantando Juntos
TônicaRicardinho
IntermediáriaEverson
Tônica BaixaSerginho
TerçaDedé Paraizo
QuintaAnderson
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Integrantes

Ao longo de mais de oito décadas, 28 integrantes passaram pela história dos Demônios da Garoa, desde os tempos do Grupo do Luar até hoje.
 

Cada um fez parte de um pedaço dessa caminhada, mas alguns atravessaram décadas, marcaram gerações e ajudaram a construir o som e a identidade do grupo.

Se tem alguém que merece abrir essa parte da história, é Sérgio Rosa.
 

Sérgio carrega essa bandeira do samba nas unhas, na voz e na vida. São décadas dedicadas aos Demônios da Garoa, ao samba de São Paulo e à cultura brasileira, sempre defendendo essa história com um respeito enorme por tudo o que veio antes.


Filho do Arnaldo, ele recebeu um legado gigante — mas nunca viveu apenas dele. Construiu a própria trajetória, atravessou gerações, palcos, discos e mudanças, mantendo os Demônios firmes e com os pés no presente.


Sérginho é a cara do samba de São Paulo.

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Sérgio
Rosa

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Ricardinho

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Ricardinho Rosa representa a terceira geração da família dentro dos Demônios da Garoa. Filho do Sérgio e neto do Arnaldo, cresceu literalmente cercado por samba, palco e histórias do grupo.
 

Entrou primeiro como músico da banda de apoio e, aos poucos, foi assumindo seu espaço até chegar à linha de frente. Hoje, carrega uma responsabilidade enorme: continuar uma história que começou com o avô, passou pelo pai e agora também segue através dele.

Mas talvez o mais bonito seja justamente isso: não é só tradição de família.

É escolha, é dedicação e é amor por essa história.

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Dedé 
Paraizo

Dedé Paraizo é daqueles que mudam o som de um grupo quando chegam. Compositor gênial de extremo sucesso, trouxe para os Demônios uma bagagem musical enorme, além de uma voz que hoje é parte fundamental da nossa harmonia.
 

Nascido em Minas Gerais, é ele quem sustenta a terça do vocal impecávelmente, uma das vozes mais lindas e que ajudam a dar aquela sonoridade tão característica dos Demônios. E no violão de 7 cordas, Dedé mantém viva uma tradição fundamental do samba, com suas baixarias, caminhos e respostas que costuram a música inteira.
 

É voz, é violão, é samba e é parte essencial do som dos Demônios.

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Everson Pessoa vem de uma longa caminhada no samba paulistano. Criado musicalmente nas rodas da Zona Leste de São Paulo, foi um dos fundadores do Quinteto em Branco e Preto e construiu uma trajetória respeitadíssima como músico, cantor e compositor de grandes sambas. Afilhado musical de Beth Carvalho, traz consigo uma bagagem daquelas que não se aprende da noite para o dia.
 

Nos Demônios, além do violão e de ser um baita cantor, Everson é responsável por uma voz intermediária muito particular, responsável pelos nossos arranjos e peça fundamental para esse novo momento do Demônios.

Everson Pessoa

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Anderson Cardoso é o mais novo da nossa formação, mas de Demônios da Garoa ele entende como gente grande. Filho do nosso querido e respeitado empresário Odilon Mario Cardoso, cresceu cercado por essa história, na nossa família e virou uma verdadeira enciclopédia do grupo, apaixonado pelos discos antigos, realmente respira a nossa música.
 

 Assumiu a quinta do vocal e vem resgatando e representando aquele timbre mais alto que durante tantos anos foi uma das grandes marcas do Toninho.
 

Antes de chegar à linha de frente, construiu uma carreira profissional  de enorme sucesso e grandeza fora da música.  Hoje, é peça fundamental para a nossa estrutura em todos os sentidos.

Anderson
Cardoso

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Muito mais história contada pelos Demônios da Garoa.

EM BREVE!

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ARTISTA EXCLUSIVO PARA CONTRATAÇÃO DE SHOWS

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 Shows

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